Do agronegócio à diplomacia civil: Carolina Gama amplia atuação na construção de diálogo entre setor e sociedade

Com mais de 25 anos de trajetória no agro, zootecnista, comunicadora e executiva passa a integrar uma atuação voltada à articulação, escuta e construção de pontes entre diferentes públicos

Depois de mais de 25 anos de atuação no agronegócio, Carolina Gama inicia uma nova etapa de sua trajetória profissional. A zootecnista, comunicadora e executiva recebeu o reconhecimento como Diplomata Civil, vinculado ao Civil Diplomat Human and Humanitarian Committee, da Jethro International.

O novo papel amplia uma característica presente em diferentes momentos de sua carreira: a capacidade de aproximar pessoas, setores e interesses por meio da comunicação, do relacionamento e da construção de diálogos. “Recebo esse reconhecimento muito mais como uma missão do que como uma homenagem. Ao longo da minha carreira, estive em ambientes muito diferentes, mas sempre trabalhando para aproximar pessoas, traduzir realidades e construir pontes. Para mim, ser Diplomata Civil reforça essa responsabilidade de ouvir, representar e ajudar a criar espaços de diálogo”, afirma Carolina.

Formada em Zootecnia e com pós-graduação em Marketing no Agronegócio pela ESPM, Carolina começou sua trajetória diretamente na produção, com atuação na criação de avestruzes. Com as mudanças ocorridas nessa atividade no Brasil, direcionou a carreira para a comunicação e passou por importantes veículos ligados ao agronegócio, entre eles Revista Nelore, A Granja, Dinheiro Rural e Canal Rural.

A experiência no mercado editorial ampliou sua atuação para áreas de relacionamento, projetos e eventos. Carolina foi Show Manager do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio durante quatro anos, período em que esteve diretamente envolvida na articulação de lideranças, empresas e profissionais de diferentes segmentos do setor.

Posteriormente, seguiu carreira independente como consultora, liderando projetos como a Ilha de Caras. Mais tarde, assumiu a direção da vertical de agronegócio da Caras, além de atuar como apresentadora de programas na Caras TV.

Sua trajetória também está ligada ao fortalecimento da participação feminina no setor. Carolina integra o Comitê Agro do Grupo Mulheres do Brasil e é coautora de dois livros sobre o agronegócio. Foi a partir dessa rede de relações construída ao longo dos anos e, especialmente, da proximidade com mulheres e lideranças do agro, que surgiu o convite para o reconhecimento como Diplomata Civil.

“Minha carreira nunca foi uma linha reta. Ela foi construída por transformações, encontros e novos desafios. A Zootecnia me deu a compreensão técnica do campo. A comunicação me ensinou a traduzir essa realidade. Os eventos e os projetos institucionais me mostraram o valor da escuta e da articulação. Hoje consigo perceber que essas experiências convergem para esta nova missão”, diz.

O que significa ser Diplomata Civil
A diplomacia civil está relacionada à atuação de representantes da sociedade fora da estrutura diplomática oficial dos governos, com foco em diálogo, articulação, cooperação e aproximação entre diferentes grupos e instituições.

No âmbito do Civil Diplomat Human and Humanitarian Committee, a proposta está ligada a iniciativas de caráter social e humanitário, à mediação de interesses e à construção de relações entre pessoas, organizações e diferentes segmentos da sociedade. O reconhecimento como Diplomata Civil não corresponde ao ingresso na carreira diplomática brasileira nem confere as atribuições institucionais de um diplomata de Estado. Sua atuação ocorre no campo da sociedade civil.

Para Carolina, essa diferença reforça a responsabilidade associada ao título. “Diplomacia, para mim, começa pela capacidade de escutar. Antes de representar uma causa ou uma pessoa, é preciso compreender sua realidade. Quero usar essa nova posição para ampliar diálogos, aproximar pessoas e contribuir para que diferentes setores consigam se ouvir com mais profundidade.”

O agronegócio como parte dessa nova missão
Mesmo com a ampliação de sua atuação, Carolina considera que o agronegócio continuará ocupando papel central nessa nova etapa. Para ela, o setor precisa ampliar sua capacidade de diálogo com a sociedade, especialmente em temas que extrapolam os limites das propriedades rurais e envolvem economia, alimentação, sustentabilidade, tecnologia, desenvolvimento regional e mudanças climáticas.

“O agronegócio participa de discussões que dizem respeito à sociedade inteira. Muitas vezes, porém, ainda existe uma distância entre quem produz e quem está fora desse universo. Minha trajetória sempre esteve muito ligada a diminuir essa distância. Acredito que essa nova missão pode contribuir justamente para ampliar essas conversas.”

A experiência acumulada em produção, comunicação, televisão, eventos e relacionamento institucional passa, agora, a servir como base para uma atuação ainda mais transversal. “Não vejo esse reconhecimento como uma ruptura na minha história. Vejo como uma continuidade. Tudo o que fiz até hoje teve, de alguma forma, a comunicação e as pessoas no centro. Quero continuar sendo ponte, dando voz, criando conexões e abrindo caminhos.” Para Carolina Gama, o título marca, portanto, menos uma chegada do que o início de uma nova responsabilidade. “Ser Diplomata Civil amplia o compromisso com aquilo que sempre procurei fazer: ouvir, comunicar, representar e construir pontes.”

Assessoria de Imprensa
Flag Comunica
Fernanda Barros – fernanda@flagcomunica.com.br
Flavia Tonin – flavia@flagcomunica.com.br

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